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No dia de São Francisco de Assis, saiba porque adotar um pet é mais legal do que comprar um

Todo bichinho merece uma chance

Redação Pais&Filhos

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(Foto: istock)

Para as crianças, ter um animal em casa traz benefícios enormes, como elevação da autoestima.  Já que neste 4 de outubro comemoramos o dia de São Francisco de Assis, padroeiro da Ecologia e Protetor dos Animais, contamos porque é melhor ainda adotar um bichinho que precisa de ajuda.

Crianças que começam a socializar em casa, com os pets, acabam tendo uma relação melhor com outras crianças e adultos. É sempre bom dar para seu filho algumas funções com o bichinho de estimação. Assim como também é importante dizer sempre que o animal precisa de cuidados, carinho, atenção e muito amor, assim como a criança.

Onde conseguir um bichinho?

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A maneira mais fácil de adotar um animal é visitando ONGs e abrigos destinados ao cuidado dos que são abandonados, e há muitos pelo Brasil. Lá, os funcionários deixarão claras as responsabilidades na hora da adoção, inclusive você será submetido a uma entrevista onde os funcionários irão fazer perguntas sobre sua casa, sua rotina, entre outros.

Como escolher o amigo ideal?

Um bom animal para a criança não precisa ter uma raça específica. Nos canis, os cuidadores já conhecem a personalidade de cada um e poderão te ajudar, indicando um animal com o temperamento que você preferir. Para as crianças, é melhor que ele seja dócil, tranquilo e que se adapte a um lar com movimento. Filhotes podem ser muito fofos, mas no momento de adotar um companheiro para seu filho, é melhor um cachorro um pouco mais velho. Assim, é mais fácil saber como é a personalidade dele e como se comportará perto das crianças.

Castrar é tudo de bom!

Ao adotar um pet, normalmente, o abrigo já fez a castração. Porém, caso não tenha sido feita, é superimportante castrar nossos animais. A cirurgia é segura e o pós-operatório é tranquilo, além de só trazer benefícios para o animal, podendo prevenir doenças como: tumor de mama, gravidez psicológica, infecções uterinas, tumores em útero e ovários, tumores testiculares, hiperplasia de prostática benigna e tumores venero transmissíveis. Então castra, sim!

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