Jane Carvalho é mãe dos dois jovens envenenados pela madrasta presa no último sábado, 21 de maio. Jane publicou um vídeo no Instagram se pronunciando sobre o ocorrido.
Jane publicou um vídeo no Instagram. Nele, ela mandou a real sobre a situação. “Eu não chamo isso de ser humano, eu chamo isso de monstro e o que for comprovado. Eu quero que essa pessoa pague em dobro o que ela fez pra minha família. Hoje não tem lágrimas nos olhos, hoje tem sangue nos olhos por gana, por justiça, por vitória, por Fernanda e Bruno. Hoje meu filho está vivo, está salvo, graças a Deus”, disse ela.

A mulher ainda esclareceu que nunca mais deixará que Cíntia se aproxime da família, e afirmou que deseja que a madrasta permaneça presa por muito tempo. “Quero por essa monstra atrás das grades. Isso não é um ser humano. Não pode ser uma coincidência. Em dois meses, eu quase perco meu outro filho. Não vou ter mais a minha filhinha aqui nunca mais”, lamentou ainda ela, sobre ter perdido a filha com os mesmos sintomas do caçula em março deste ano. Veja o vídeo completo AQUI.
Entenda o caso
Cíntia Mariano Dias foi presa pelo envenenamento de dois enteados, provocando a morte da mais velha, de 22 anos de idade. Com o caso, a polícia agora investiga o envolvimento da madrasta na morte de uma vizinha e do ex-marido dela.

Detalhes de ambos os casos não foram divulgados, contudo, a polícia alegou que tanto a morte da vizinha quanto a do ex-marido foram repentinas. Cíntia foi presa na última sexta-feira, 21 de junho, por usar chumbinho para envenenar o feijão que serviu em almoço para o enteado de 16 anos.
Entenda o caso
Uma mulher no Rio de Janeiro foi acusada de colocar veneno no feijão que dava para os enteados. A suspeita é de que ela sentia ciúmes da relação do marido com os filhos. A acusada foi presa, e os dois enteados tiveram sintomas graves por conta do ocorrido: o adolescente de 16 anos está internado, e a jovem de 22 anos não resistiu.
A madrasta foi identificada com Cíntia Mariano Dias Cabral, de 49 anos. Em depoimento, o adolescente envenenado contou que reclamou que o feijão estava amargo e com um gosto ‘estranho’, e não quis mais comer. Cíntia teria levado o prato para a cozinha e servido o jovem com mais comida.
O menino ainda comentou que viu sua madrasta o servindo com a luz apagada, e que chegou a enxergar e sinalizar pequenas pedras azuis no feijão. Cíntia alegou que aquele era um tempero diferente que estava usando no bacon.

Uma hora após o almoço, já na casa da mãe, ele começou a passar mal e foi encaminhado ao hospital. Ele chegou no local com tontura, língua enrolada, babando e com coloração da pele branca. Os médicos precisaram realizar uma lavagem gástrica no garoto.
Em março deste ano, a irmã de 22 anos do adolescente chegou a dar entrada no hospital com os mesmos sintomas do irmão, mas não resistiu. Agora, a suspeita é de que a madrasta tenha envenenado também a enteada e, por isso, está sendo acusada de homicídio.