Se você saiu do cinema se perguntando por que Wicked: Parte 2 evita mostrar o rosto da Dorothy, saiba que não está sozinho. Afinal, essa escolha deixou muitos fãs curiosos, especialmente porque Wicked costuma brincar com diferentes pontos de vista dentro do universo de Oz.
De acordo com a Tangerina, a ausência do rosto de Dorothy não acontece por acaso. Pelo contrário, ela faz parte de uma estratégia narrativa, que nós iremos te explicar.
A decisão criativa que mudou a forma de mostrar Dorothy
Primeiramente, esconder o rosto de Dorothy faz com que o público concentre sua atenção nas protagonistas. Dessa forma, a narrativa não se divide entre várias figuras importantes, evitando que o impacto emocional de Elphaba e Glinda seja diluído.
Além disso, manter Dorothy oculta evita comparações com representações clássicas já consolidadas, permitindo que cada espectador imagine a personagem à sua maneira.
Como Wicked usa o mistério como ferramenta narrativa
Em Wicked, o mistério sempre foi fundamental para construir a atmosfera da história. Ao não mostrar o rosto de Dorothy, o filme reforça o ponto de vista das bruxas, que nunca a veem diretamente, apenas sentem o impacto de suas ações.
Consequentemente, o público acompanha a história com a mesma perspectiva das protagonistas, tornando a experiência mais imersiva e intencionalmente limitada.
A relação com o clássico O Mágico de Oz
Como Dorothy é fortemente associada ao filme de 1939, mostrar seu rosto poderia gerar comparações inevitáveis. Por isso, a produção optou por uma abordagem mais simbólica, uma forma de respeitar o imaginário coletivo já estabelecido.
Além disso, essa escolha ajuda o filme a dialogar com o clássico sem imitá-lo, permitindo que Wicked: Parte 2 continue sendo uma obra com personalidade própria.
O impacto emocional da escolha para o público
Ao manter Dorothy parcialmente oculta, o filme desperta curiosidade e estimula a imaginação. Dessa maneira, o espectador se torna participante ativo, preenchendo a lacuna deixada pela narrativa.
Por outro lado, alguns fãs podem considerar a decisão tímida. Ainda assim, o objetivo da produção é justamente provocar debate e interpretação, mantendo o clima de mistério típico de Oz.
Inspirando-se no teatro para construir a versão do cinema
No musical da Broadway, Dorothy aparece muito mais como presença simbólica do que como personagem plena. Naturalmente, isso influenciou o filme, que buscou preservar a estética e o respeito à obra original.
Consequentemente, a adaptação para o cinema mantém coerência artística e reforça que a ausência visual da personagem não é uma limitação, mas uma escolha consciente.
A estratégia narrativa de Wicked para manter o foco nas protagonistas
Ao evitar revelar Dorothy, Wicked reforça que Elphaba e Glinda são o centro emocional da história. Essa opção garante que a trama permaneça alinhada ao propósito da franquia, que é recontar Oz sob uma nova ótica.
Além disso, a ausência de Dorothy como figura totalmente visível evita que ela seja vista como “concorrente” das protagonistas, tornando a narrativa mais equilibrada e direcionada.
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