
Freddy McConnel deu à luz ao seu primeiro filho, mas deseja ser reconhecido como pai ou parente na certidão de nascimento de seu bebê. Apesar do jornalista ser legalmente um homem, o Tribunal Superior de Londres se opôs ao desejo de Freddy que ainda o considera como mulher.
A decisão veio em setembro do presidente da Divisão de Família do Supremo Tribunal, Andrew McFarlane. Ele afirmou que todas as pessoas que são capazes de gerarem uma criança são consideradas como mulher, independente do sexo. “Há uma diferença material entre o sexo de uma pessoa e seu status de mãe“, explicou o presidente.

Freddy e sua advogada Karen Holden recorrerão a decisão, mas ainda não têm uma data para qualquer audiência de apelação. A advogada ficou decepcionada com o julgamento e afirmou que a lei demorou a “acompanhar a sociedade moderna”.
Quando a criança nasceu, Freddy ja era legalmente um homem e abriu um processo contra o Registro Geral, que administra o registro de nascimentos e mortes na Inglaterra e no País de Gales.
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