Na quarta-feira, 27 de setembro, a médica Sílvia Constantino Franco, de 44 anos, participou do programa ‘Encontro’, da Rede Globo, apresentado por Patrícia Poeta. Sílvia é mãe de três meninas, entre 7 e 13 anos. Elas são fruto de seu relacionamento com Felipe Zecchini Muniz, de 40. As crianças moram com o pai em Bragança Paulista, onde ele vive com sua atual namorada, Suzane Von Richthofen, de 39, com quem terá uma filha.
Na ocasião, ela pediu a guarda das filhas e disse que não está conseguindo manter contato com as meninas. “Não tenho confiança em deixar [minhas filhas] lá em Bragança. [Quero] preservar o anonimato das minhas filhas. Depois da integridade física delas, o anonimato é fundamental”, comentou a médica.
No dia 19 de setembro, a Justiça não aceitou o pedido de guarda de Sílvia. As informações sobre o caso foram divulgadas pelo g1. Segundo a decisão, “não há elementos que assegurem que o exercício da guarda, pela mãe, se revela à medida que melhor atende aos interesses das meninas” e que “não está comprovado que as meninas sofrem risco advindo da convivência com a madrasta Suzane von Richthofen”.
Além disso, ela disse que só soube do novo relacionamento de Zecchini Muniz por meio de uma mensagem de residentes de Bragança Paulista. “Me mandaram mensagens pela internet, fotos. De início não acreditei, achei que fossem montagens. Coincidiu de eu conseguir falar com a minha filha e ela confirmou para mim a história”, contou a médica.
Ela já havia falado sobre isso em uma outra entrevista. “Tentei fazer uma vídeo chamada para confirmar se era ela mesmo que estava escrevendo as mensagens, mas ela recusou […] Não posso viver assombrada assim. Dois dias depois, minha filha pegou o telefone de uma prima e me ligou dizendo que estava sem celular”, contou ao O Globo.

Ela, que tenta conquistar a guarda das crianças na Justiça, desabafa que até o momento não tem histórico de uma relação conturbada das filhas com a madrasta, mas que mesmo assim, tem algumas ressalvas quanto à convivência delas com Suzane. “Não tenho confiança em deixar [as meninas] lá em Bragança. [Quero] preservar o anonimato das minhas filhas. Depois da integridade física delas, o anonimato é fundamental”, disse.
A mãe também falou que em uma das conversas com as filhas, um acontecido chamou sua atenção sobre uma possível influência de Suzane no comportamento das meninas. “Eu estava trocando mensagens com a mais velha, de 13 anos. Ela disse pelo WhatsApp que estava tudo bem. Mas achei estranho porque ela não estava me chamando de mãe e escrevia umas palavras que crianças não costumam escrever”, lembrou.

A mãe das meninas relembrou também um episódio de bullying vivido pela filha mais velha enquanto esteve na escola, pois assim que os colegas ficaram sabendo a identidade da madrasta, começaram a chamá-la de “enteadas da assassina”. Sílvia conta que após o acontecido, a criança revelou não estar indo à escola naquele período.