Leah Campbell escreveu no site americano POPSugar sobre a decisão de adotar uma criança sozinha e depois dos trinta anos de idade. Ela conta que sempre quis casar, ter filhos e constituir uma família, mas depois de um histórico ruim com homens e com a idade já avançando ela percebeu que a vontade de ser mãe era maior que a vontade de ser esposa.
Leah conta que decidiu que queria adotar e deu entrada no processo de adoção quatro meses antes de completar trinta anos, ela estava decidida a adotar adolescentes ou meninas que realmente precisavam ser adotadas assim como ela precisava ser mãe: “Eu queria ser mãe. Desesperadamente. E quanto mais perto dos 30 eu chegava, mais eu percebia que queria ser mãe mais do que sempre quis ser uma esposa.”
Ela conta que estava cansada de associar a maternidade com a espera de um homem perfeito que nunca chegava. A mãe que já estava disposta a adotar adolescente, recebeu a notícia que adotaria uma menina um pouco mais nova, uma recém nascida, dois meses depois que começou o processo.
Leah comenta sobre isso: “Eu comemorei meu 30º aniversário com aquela garotinha em meus braços. E apenas um mês depois, apenas cinco meses depois que eu decidi que poderia querer um dia adotar, um juiz a declarou oficialmente minha filha.”
Hoje já fazem 5 anos que ela se tornou mãe e relata que ainda não acredita nisso. Sobre ter adotado um bebê tão pequeno, e então pouco tempo, ela escreve: “Ser uma mãe solteira para um recém-nascido era certamente mais trabalho do que eu esperava, especialmente porque eu só fiquei sabendo uma semana antes de seu nascimento. Eu nunca dormi quando o bebê estava dormindo. Quando ela dormia, eu estava trabalhando em casa (porque eu não tinha guardado dinheiro para uma licença de maternidade) ou construindo o berço, montando seu berçário, e fazendo todas as outras coisas que a maioria das mães tem nove meses para lidar.”
Arrumar a casa e lidar com decoração e dinheiro não foram o únicos problemas enfrentado pela mãe solo, com três anos, a menina foi diagnosticada comm uma doença crônica e ela não tinha mais ninguém para dividir as tarefas e o estresse de passar noites acordadas com uma criança doente.
Leah desabafa: “E agora que ela tem um diagnóstico, eu sou a única responsável por dar a ela doses semanais de quimioterapia, monitorar seus sintomas e trazê-la para as inúmeras consultas médicas que marcarão o resto de sua vida.”
Mas nada é impedimento para uma mãe que ama sua filha: “Ainda assim, eu não mudaria nada. Minha filha é minha vida. Ela é a melhor decisão que já tomei e o maior presente que já recebi.” Quando ela é lembrada por alguma amiga, que não tem um marido para reclamar ou para dividir tarefas, Leah responde: “Eu pedi por isso. Eu sabia no que estava me metendo quando escolhi me tornar uma mãe solteira, e realmente não me vejo lamentando a ausência desse parceiro com frequência.”
A mãe solo conta no depoimento que vê algumas vantagens em não ser casada: “Eu nunca tenho que lutar com mais ninguém sobre as grandes decisões dos pais, por exemplo. E eu não tenho que me preocupar com alguém prejudicando algo que eu sinto ou penso.”
Para terminar Leah fala que está aberta sim a um parceiro, mas que não vai mais viver procurando pelo homem perfeito, agora, ela tem a filha para se preocupar: “Eu tenho minha filha para pensar. E além disso, ela fez a minha vida melhor. Então sim, eu escolho ela. Toda vez.”


(Foto: Reprodução/Facebook Leah Campbell)
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