Há décadas, os especialistas em natalidade vêm observando uma tendência de nascimento maior de bebês do sexo masculino do que feminino. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já se pronunciou sobre isso dizendo que “na espécie humana, a relação entre o nascimento de meninas e meninos pende a favor do sexo masculino”.
Em 2017, no Brasil, nasceram 2,87 milhões de crianças. 1.473.166 homens e 1.400.998 mulheres de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Considera-se normal uma equivalência de 105 homens para 100 mulheres e algumas teorias explicam tentam formular explicações sobre este fenômeno.
Uma teoria diz que há equivalência entre tempo e equilíbrio. “Os homens correm um risco maior de morrer não só pela diferença entre os sexos em relação ao número médio de mortes por causas naturais, mas também por elementos externos, como acidentes, lesões, violência e guerras”, justifica a OMS.
Especialistas defendem que mais provável que morra um homem do que uma mulher a qualquer momento e qualquer lugar, então para que haja equilíbrio entre os sexos na idade adulta, é preciso que nasçam mais homens.
Pesquisas também reforçam que a balança pende para o lado masculino no momento da concepção. O instituto de pesquisa Fresh Pond contou com o apoio de cientistas de universidades dos Estados Unidos e Inglaterra em um estudo que revelou que durante a gestação, é mais provável que ocorra o aborto em gestantes que carreguem meninas às que esperam meninos.
Embora ainda não se saiba a relação de causa e efeito destes dados, as informações científicas obtidas até agora reforçam que, no mundo, nascem mais meninos do que meninas.
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