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“Vivemos na ponte aérea, mas não existe distância quando existe amor”, afirma Cintia

A gaúcha conheceu o marido durante uma viagem, se apaixonou e em apenas 5 meses estava grávida. Hoje, a família ainda vive separada por mais de 400 km

Helena Fonseca

Helena Fonseca ,filha de Bethania e Paulo

Família-Cintia

(Foto: Arquivo Pessoal)

Em mais uma reportagem do Projeto Lá em Casa é Assim, parceria da Pais&Filhos com a Natura Mamãe e Bebê, recebemos a história da Cintia de Carvalho, que nos encantou!

“Eu e o Rinaldo nos conhecemos em Florianópolis. Eu estava passeando, ele morava lá. Nos apaixonamos e, com o fim da minha viagem, decidimos namorar à distância. Desde o início do relacionamento falávamos que não queríamos filhos, e com apenas 5 meses de namoro veio a notícia: eu estava grávida!

Henrique vinha aí: um bebê maravilhoso caindo em nossos braços com o sorriso mais maravilhoso do mundo. E agora? Cada um numa cidade! Continuamos o namoro à distância, a barriga foi crescendo, a vida se ajeitando e o amor aumentando: entre mim e ele, entre mim e o bebê, entre nós três!

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Nas inúmeras idas e vindas de carro ou na ponte aérea Floripa-Porto Alegre, muita conversa, muitas decisões, ponderações, expectativas, e o principal: muito amor! Quando o Henrique nasceu, o Rinaldo largou tudo e veio pra Porto Alegre viver a paternidade intensamente. Ele com 50 anos, eu com 42. Foram 6 meses com os três grudadinhos, se conhecendo mais ainda e crescendo juntos. E olha só que corajosos: nos aventuramos em uma viagem a Fernando de Noronha quando o Henrique só tinha 3 meses e meio. Foram 17 dias de descobertas e aventuras. Pais de primeira viagem com toda a disposição e coragem do mundo!

A distância ainda continua. Hoje, com 1 ano e 8 meses, o Henrique vive comigo em Porto Alegre e o Rinaldo em Florianópolis. Nos falamos diariamente pelo FaceTime e resolvemos tudo por telefone.

Nosso dia a dia é bem corrido. Às vezes com marido e muitas vezes sem. Atualmente me viro sem empregada nem babá. Tenho apenas uma faxineira que vem de 15 em 15 dias, só para limpar a casa. Quando estou aqui em Porto Alegre aos finais de semana, tenho a superajuda da minha família. Vou para casa da minha mãe para o Henrique poder aproveitar a casa grande com os brinquedos. Se tenho algum compromisso, aniversário ou evento, sempre posso contar com algum parente para cuidar do Henrique – tias, tios, padrinhos. A ajuda da minha família é tudo!

Vivemos na ponte aérea, com muita saudade, idas e vindas, e um bebê chamando sempre pelo pai… Mas isso vai mudar: estamos nos preparando para mudar para Floripa no ano que vem. Em breve nossa família estará morando toda junta!”

A família de Cintia prova que nenhuma distância é capaz de atrapalhar uma família quando há (muito) amor!

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