Uma fábrica no Vietnã foi pega por lavar e “reciclar” milhares de preservativos usados e depois vendê-los a clientes, que não sabiam sobre a procedência do produto. De acordo com informações do Mirror, a polícia invadiu um apartamento no sul do país, onde encontrou mais de 300.000 preservativos sem etiqueta e sem embalagem. A proprietária da instalação ilícita, Pham Thi Thanh Ngoc, disse que lavou e secou os preservativos e iria embalá-los novamente com a ajuda de um equipamento de madeira.

Os detetives descobriram que a mulher recebia uma remessa semanal de preservativos de uma pessoa não identificada e era contratada para embalá-los novamente. Ou seja, uma quantidade desconhecida de camisinhas sujas foram vendidas ao público desavisado, como aponta o jornal local Vietnam Insider. Preservativos usados são um grande risco para o público e podem causar infecções, bem como doenças sexualmente transmissíveis.
Queda no comércio de preservativos

Durante a pandemia de coronavírus, algumas empresas de preservativos estão notando uma queda nas vendas, Laxman Narasimhan, chefe da empresa controladora da Durex, Reckitt Benckiser, disse em entrevista ao Daily Mail que as vendas de preservativos na maioria dos mercados em todo o mundo caíram desde o início da pandemia. A empresa acredita que essa queda vem do fato de a maioria das pessoas estarem isoladas em casa e pregando o distanciamento social.