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Cada personagem tem seu papel!

O casal Juliana e Diego conta com a ajuda de verdadeiros heróis na criação de seu filho Guilherme

Helena Fonseca

Helena Fonseca ,filha de Bethania e Paulo

Juliana Boin Cabral

(Foto: Acervo Pessoal)

Nosso projeto Lá em Casa é Assim, parceria da Revista Pais&Filhos com a Natura Mamãe e Bebê,  continua a todo vapor e nós estamos esperando a sua história também! Nesta semana você vai conhecer a história da Juliana Boin, que contou como pra gente como a ajuda de toda a sua família é fundamental na criação de seu bebê Guilherme.

“Tenho 30 anos e sou casada há quase 7 anos com o Diego, meu parceiro de todas as horas e com quem tenho um filho de dois meses, o Guilherme.

Mas não seria justo dizer que a nossa família se resume a isso!

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No dia 17 de setembro deste ano a bolsa estourou e lá fomos nós felizes para a maternidade. O Gui nasceu depois de 20 horas, por cesárea, após uma tentativa frustrada de parto normal.

Depois disso viemos pra casa, trazendo comigo a depressão pós-parto. E é aí que entram as outras figuras dessa família. Minha mãe, Ana, a mulher mais incrível que já conheci na vida, se mudou pra minha casa e tomou as rédeas de tudo, enquanto eu passava os dias fora do ar.

Eu não passei pela rejeição ao bebê que algumas mulheres passam, mas simplesmente não conseguia cuidar dele.

Meu sogro, Paulo, sempre presente e ao lado do meu marido, que se fazia de forte, mas que na realidade, estava em frangalhos por dentro me vendo daquele jeito.

Minha cunhada Gabriela, minha tia Liliane e meu padrasto, Ediney, que deixaram seus próprios filhos em casa para passarem noites com o Gui. Além de todos os familiares e amigos que se revezavam em visitas, me dando tempo para que a medicação começasse a fazer efeito.

Esse texto é só uma forma de mostrar que a família aqui é composta por todos esses personagens, cada um com seu jeitinho e vontade de ajudar e acompanhar o crescimento do nosso pequeno, que, aliás, está cada dia mais forte e saudável, começando a interagir e prestar atenção ao mundo!

Eu acredito que rodeado por todo esse carinho, já começamos a mostrar ao Gui os valores de nossa família, pra que ele cresça se sentindo seguro e amado, fazendo o bem e se preocupando com o próximo. Queremos que ele perceba que nem todos os dias são bons, mas que ele sempre terá com quem contar e que não deve se envergonhar de pedir ajuda quando precisar!”.

É mesmo muito importante poder contar com tantas pessoas nos primeiros cuidados com os bebês, né? Mas, independente da idade dos filhos, a gente sabe que a ajuda é indispensável durante toda a vida!

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